terça-feira, 31 de julho de 2012

Livros de administração - Coleção Você S/A p. 3 (Final)

Decidi aqui condensar um pouco mais. São quatro livros que faltam para completar os dez.

Claro, se alguém souber de mais algum desse grupo, pode postar um comentário. De preferência, com o link de onde encontro informações do livro.

Aqui vão os últimos pessoal. Lembro que as imagens e textos são retirados e baseados no site submarino.com.br.


Como administrar seu tempo.
Marc Mancini

O livro traz dicas práticas para que você possa melhorar sua relação com o relógio. Principalmente ao definir as prioridades de sua vida, para torná-lo mais produtivo. Se assemelha ao primeiro livro, com um foco mais específico no tempo gasto com outras atividades, como a socialização, antecipação de problemas, e especialmente, a hora certa para se dizer não e evitar comprometer seu relógio.




Por que os clientes não fazem o que você espera?
Ferdinand Fournies.

O modo como se conduz um encontro com o cliente é fundamental para o sucesso da venda. Mas o grande desafio é entender o que o cliente deseja. Enxergar pelos olhos dele. E assim, fazer com que ele reaja do jeito que você deseja. Receitas e truques pré-estabelecidos não valem nesse jogo. O ideal é pensar ações específicas para melhorar seus resultados.





Aprenda a se comunicar com habilidade e clareza.
Lani Arredondo.

A tecnologia desenvolveu meios mais rápidos e eficientes para o ser humano se comunicar. Cabe agora às pessoas encontrar as palavras certas para produzir os resultados desejados. O que ainda é um grande desafio. O livro traz então 24 estratégias para melhorar sua comunicação com seus subordinados, colegas e superiores. Valem para melhorar suas apresentações, e-mails, discussões e até de controle da sua linguagem corporal.




Os princípios de liderança de Jack Welch.
Jeffrey A. Krames.

O comando da General Electric por 20 anos fez de Jack Welch um dos maiores líderes do século XX. Ele mudou conceitos, fez a empresa se reinventar com a participação efetiva da massa trabalhadora. E desenvolveu uma nova abordagem sobre a liderança de uma empesa - antiburocrática, comandanda pelo exemplo, comprometida. E esse livro traz alguns dos principais ensinamentos de Welch.




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Espero que tenham gostado. Aproveitem para sugerir nos comentários outras coleções para postarmos aqui.

Façam isso depois do bip, ok?

Bip.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Do livro ao link - 6 coisas que o vendedor tem que saber dos clientes.

Essa é do site administradores.com.br. O especialista em vendas e consumo Cláudio Diogo citou seis dados fundamentais para tornar mais efetiva a reunião com os clientes.

O conhecimento dessas informações pode te ajudar muito na negociação. E a fechar a sua venda. Vamos a eles.

Lembro que os comentários não-sublinhados são meus.

1. Saber as características do negócio, participação de mercado, tendências e concorrentes. Claro, conhecer o ambiente onde você está atuando, e com quem você compete.

2. De quem e como o cliente compra produtos similares ao que você está oferecendo (Preço, entrega, etc.). Um comparativo para que você tenha noção do que os outros propõem, que os faz estar na frente ou atrás na corrida pelo cliente.

3. Quais as preocupações e necessidades atuais da empresa do cliente? Saber do que o cliente precisa pode ajustar seu produto ainda mais à necessidade dele. Em especial, na hora de negociar.

4. Como é a relação dele com produtos como os que você vende. Ao entender a relação do cliente com produtos semelhantes ao seu, você o compreenderá ainda mais. E saberá o porquê de ele adquirir ou não seu produto. O que lhe dará uma vantagem competitiva. 

5. Qual e onde se localiza o nível de exigência de qualidade desse cliente. Apesar de no Brasil nem todos pensarem em um serviço eficiente, pese sempre isso. O nível de exigência dele vai dizer se você pode ou não atendê-lo. Ou o que poderá fazer para fazer isso, caso realmente esse cliente valha a pena.

6. Quais soluções e/ou produtos ele já usou com sucesso no histórico da empresa dele. Casos anteriores podem te mostrar quem obteve sucesso com esse cliente, de que forma agiu para isso, o que ofereceu, entre outras informações.

Claudio Diogo ressalta ainda que essas informações podem ser obtidas com uma pesquisa no site da empresa do cliente. Em um contato junto a antigos fornecedores ou colaboradores. Entre outros meios.

O material original está aqui. Vale a pena conferir o trabalho dele, e do site administradores.com.br

E você? Concorda que esses pontos são mesmo fundamentais? Há outros que você gostaria de ressaltar?

Então, deixe seu comentário depois do bip.

Bip.

domingo, 29 de julho de 2012

Do livro ao vídeo - marketing do sorvete Kibon.

As vezes é preciso lembrar as pessoas como é ficar de férias. Relaxado. De pernas para o ar. Na praia.

Mas no meio da estação de metrô no México? Veja no que é que isso deu.


Um verdadeiro flashmob foi feito no local. E ainda bem que a segurança estava avisada. Embora, como de costume, tenha dado o alerta primeiro.

O mais divertido dessas ações flashmob é que outras pessoas começam a interagir. Não sei bem se só distribuindo alguns picolés foi suficiente. Senti que faltou um pouquinho mais de exposição da marca.

Queira ou não, o dia ficou bem mais divertido e irreverente para as pessoas que passaram pela estação.

E você, o que achou? Deixe seu comentário depois do bip, sim?

Bip.

sábado, 28 de julho de 2012

Livros de administração - Coleção Você S/A p.2

Hora da parte 2 da coleção Desenvolvimento Profissional, da Você S/A. Conceituada publicação modelo revista, nas bancas todos os meses.

Só acho que os livros poderiam desenvolver mais os assuntos. Enfim, vamos às obras.

As imagens e textos foram retirados e adaptados do site submarino.com.br. Onde, aliás, esses livros são vendidos por menos de R$5,00.

O Manual do Novo Gerente.
Morey Stettner

Ser promovido é sempre bom, embora algumas pessoas comecem a ter tremeliques quando sentam na cadeira de gerente. O livro ensina algumas práticas úteis, que o permitam chegar lá e manter o cargo. Entre elas, como avaliar o desempenho dos profissionais. Formas de conduzir reuniões grandes. Estratégias para direcionar o trabalho, dar e receber feedback. E como preparar o time para mudanças, entre outras.





Como motivar sua equipe.
Anne Bruce

Transformar o colaborador em um parceiro e mantê-lo estimulado em busca de um melhor desempenho para a empresa. Um desafio e tanto não? Nesse livro, você vai ler técnicas e exemplos de empresas como Dell, Levi's e Disney. Bem como as estratégias utilizadas para conseguir resultados positivos dos profissionais. Motivando-os em busca dos objetivos que o farão sentir orgulho de gerir sua equipe.





Aprendendo a lidar com pessoas difíceis.
Dr. Rick Brinkman & Dr. Rick Kirschner

Não vou mentir, acho que todo mundo que me conhece precisa ler um livro desse tipo. Até eu. Porque sou uma pessoa difícil. E sei que, como muitos, sou um desafio para meus colegas. Afinal, pessoas complicadas estressam a vida dos outros e até deixam o ambiente desagradável. Mas saber como extrair o melhor dessas pessoas, muitas vezes, revela-se uma excelente oportunidade de ter um profissional de alto nível, com desempenhos invejáveis. E não estou falando de mim.




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Perceberam que os livros dessa sessão foram voltados principalmente para o papel de gerente, líder e gestor? 

Juro que nem reparei quando selecionei os títulos que iriam nesse post...

Agora é sua vez. Deixe seu comentário, crítica, dúvida ou sugestão depois do bip.

Bip;

sexta-feira, 27 de julho de 2012

10 dicas para começar seus investimentos.

Quem acompanha o blog sabe que eu fiquei bastante interessado nos investimentos na Bovespa. Fundos, títulos, ações, opções. Muitas alternativas.

Mas antes mesmo de entrar nessa onda, fique ligado para alguns conselhos importantes. Principalmente para evitar perdas logo de cara.

1. Saiba onde está pisando. Não comece um investimento sem antes ter lido pelo menos um livro sobre o assunto. Se já tiver ido à corretora, não tenha vergonha ou medo de perguntar ao corretor sobre um determinado investimento. Ele está ali para tirar dúvidas e te ajudar a crescer.

2. Cuidado com "conselhos" de "amigos". Primeiro que todo mundo tem uma ideia do mercado de ações, títulos, etc. E muitos tem medo. Por terem experiências negativas com ele. Ou por ouvirem de outros "amigos". 

Se for ouvir alguém, pergunte ao menos se a pessoa tem um diploma universitário, já fez cursos ou investiu. E não tenha medo. Há opções mais seguras de investimento, e mais dinâmicas que a poupança.

3. Visite mais de uma corretora, antes de escolher a sua. As corretoras ganham dinheiro com a taxa de corretagem das aplicações, além de cursos e palestras que realizam para os clientes. Procure uma corretora com a qual você simpatize, ofereça taxas atrativas, e que forneça opções para você se educar.

E se seu corretor te deixar na mão quando você precisar, não pense duas vezes em pedir para trocá-lo. Ou até mudar de corretora.

4. Antes de colocar dinheiro numa corretora, tenha uma poupança. Nada de pegar o que você não tem para investir. 

Garanta de três a seis meses dos seus gastos médios antes de usar seu dinheiro para investimentos. Essa garantia pode ajudá-lo nas emergências, inclusive se suas operações na corretora não derem certo.

5. Defina objetivos para suas aplicações. Não adianta você simplesmente "largar" o dinheiro, sem pensar no destino que quer dar a ele. 

Quando você sabe para que você fez aquele investimento, fica mais motivado para manter aquela quantia aplicada. E aumentá-la com novos aportes. Independência financeira, trocar de carro, ou comprar um apartamento são alguns exemplos.

6. No começo, diversifique seus investimentos. Pelo menos no início, não deixe seu dinheiro em uma coisa só. Se for muito seguro, vai render pouco. Se for volátil demais, o risco de lhe quebrar é grande. 

Pense em balancear sua carteira, até adquirir conhecimento para investidas mais audaciosas e concentradas, que vão te trazer maiores ganhos.

7. Mantenha sua estratégia, e não saia dela de jeito nenhum. Especialistas apontam que investimentos como ações são 90% emocional e 10% estratégia. Para ter sucesso, você precisa equilibrar essa equação. 

Não deixe que suas emoções, nem as de pessoas próximas a você, influenciem nos rumos dos seus investimentos. 

8. Esteja preparado para perder dinheiro. Se você não consegue ver seu dinheiro ir pelo ralo, ainda que uma pequena parte, procure opções mais seguras. Mas saiba que vão te dar pouco retorno no médio prazo.

Aprenda a perder. Aceite algumas derrotas. Não sempre, é claro. Afinal, a lógica é perder pouco e ganhar muito no mercado. Se qualifique, estude o mercado.

9. O mercado não é um cassino. Não pense em entrar com o espírito de "jogar" com ações. Procure razões para realizar seus investimentos. 

Existem várias estratégias no mercado. "Achômetro", "estou com sorte" ou "dedão do pé que vibra na chuva" não estão entre elas. Fundamente suas decisões, e sempre consulte seu corretor antes de dar suas ordens de compra.

10. Coloque todos os valores na ponta do lápis. Calcule sempre quanto custa para você cada investimento. E não deixe de considerar todas as taxas envolvidas. Se necessário, peça ajuda ao seu corretor, para evitar surpresas.

Não esqueça que alguns desses investimentos precisam ser declarados no Imposto de Renda.

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Espero ter clareado um pouco essa área para vocês. Como leituras, recomendo as obras abaixo.


Aproveite e deixe sua dúvida, crítica ou sugestão depois do bip.

Bip.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Livros dos amigos - Building Brand Identity.

Dessa vez a contribuição vem de minha ex-editora Luana Francischini. Jornalista com larga experiência na profissão, depois de uma experiência no exterior, trabalha hoje com comunicação corporativa.


Não encontramos versão em português para esse livro. Mesmo assim, vale ser lido. Veja a resenha dela abaixo.


Fonte: bizrate.com.

Como voce se define enquanto marca?

Essa pergunta, aparentemente simples, foi direcionada a nós, estudantes do curso de pós graduação em Marketing na UCLA Extension, pelo professor de Brand Management, Rober Liljenwall, cujo currículo inclui o gerenciamento da marca Disney.

Talvez por eu ser jornalista, aquela pergunta para mim soou muito mais complexa, afinal eu sempre busquei a verdade de forma objetiva, e muitas vezes a marca – ou a percepção dela – envolve conceitos muito mais subjetivos, e com os quais eu não estava acostumada a lidar.

E é aí que o livro recomendado pelo experiente professor, entitulado Building Brand Identity, se mostrou meu guia fiel para desbravar esses caminhos desconhecidos sobre a identificação, construção e gerenciamento de uma marca, conceitos essenciais para qualquer empresa, empreendedor e profissional que trabalhe com gestão, marketing ou comunicacao empresarial.

Logo no início do livro, o autor Lynn B. Upshaw sentencia: gerenciar uma marca é a arte de criar confiança (no caso, a confiança dos clientes e clientes em potencial no que o produto ou empresa diz ter a oferecer).

Entre as táticas usadas para dominar esta arte está saber escolher as palavras, imagens, ideias e associações ideais para que o consumidor tenha a percepção desejada da marca.

Alem disso, o autor explica detalhadamente como a criação e a remodelagem de uma marca envolvem o entendimento profundo do público alvo e do ambiente onde aquela marca será inserida.

Upshaw ainda reserva algumas páginas do livro para mostrar como é importante que os profissionais que trabalham para determinada marca compreendam o que esta marca representa, além do papel chave dos trabalhadores na construção ou manutenção daquela imagem para o mercado externo.

Com uma linguagem de fácil acesso até mesmo para aqueles que não possuam familiaridade com Marketing, Building Brand Identity transcorre sobre todos os aspectos que envolvem criação e gerenciamento de marca, como fidelidade, personalidade, qualidade, reconhecimento espontâneo etc.

Consequentemente, para novatos o livro representa uma reunião de conceitos fundamentais, seguida de reflexões práticas sobre o que Upshaw considera a arte da criação da confiança.

Para aqueles que já são mais experientes no assunto, o livro também pode ser considerado uma boa aquisição, já que o autor traz nas 368 páginas (versão em ingles) diversos exemplos de como marcas reagiram a determinadas realidades, além de refletir sobre situações hipotéticas que podem servir de inspiração para qualquer profissional.


Luana Francischini é jornalista, formada pela Universidade Federal da Bahia, com 10 anos de experiência em telejornalismo. Morou por dois anos e meio em Los Angeles, Califórnia, onde estudou Marketing na UCLA Extension, e trabalhou com comunicação Corporativa.

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E aí, gostaram? Para contatos profissionais, o Linkedin de Luana é esse aqui.

Aproveitem e deixem seus comentários depois do bip. 

Bip.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Drops de Marketing - Perdi meu amor na balada. Hã?!


Depois da última notícia que li desse caso, não podia deixar de comentar...

Você viu os vídeos da campanha Perdi meu amor na balada? Foram três, publicados no Youtube, que contavam a história de Daniel.

Ele disse que se apaixonou por uma garota que conheceu numa casa noturna, mas perdeu o telefone da moça. Então, decidiu apelar no Youtube e no Facebook.

A coletividade, claro, cooperou. E fez de tudo para compartilhar a mensagem e curtir. Só que muita gente nem sabia que era um viral da Nokia para promover um novo celular.

Vários outros desconfiaram, e comentaram o caso nas redes. Quando a Nokia enfim revelou que se tratava de uma ação publicitária - já no terceiro vídeo - os problemas começaram.

O Estadão publicou notícia em que o Procon-SP identificou indícios de violação do Código de Defesa do Consumidor. E vai investigar o caso. Fala-se em multa de R$ 6,5 milhões. 


O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária - Conar - também abriu um processo ético, por ter recebido reclamações de dez consumidores, que se sentiram enganados. Em 30 dias deve haver uma sentença.

O caso pode servir de base para outros julgamentos, relacionados às discussões em redes sociais. 


Tudo isso porque a Nokia tentou inovar. Fazer uma campanha diferenciada nas redes. Mas não deixou claro que se tratava de um "informe publicitário".

As vezes, mesmo as propagandas institucionais, deixam aquela dúvida no ar. Por serem bem feitas, e só falarem da marca ao final. Mas falam.

Nesse caso, a Nokia tentou passar um pouco a fronteira. Claro que muita gente com treinamento pra isso ficaria no mínimo desconfiada. Mas outros tantos levaram a sério. E não podemos apenas considerá-los inexperientes.

Apesar de toda a situação, dá pra dizer que a campanha falhou? Teve um efeito reverso, claro. Os enganados chegaram ao Procon e ao Conar. O que gerou um buzz negativo.

Perdi meu amor na balada... Que viagem. A propósito, aqui estão dois dos vídeos. Primeiro, um que enganou muita gente...


Agora, o outro, onde a Nokia assume a campanha.


E duas paródias feitas na internet...



Até essas paródias ajudaram a viralizar ainda mais a coisa.

E você, o que achou? Inteligência? Tentativa de enganar o consumidor? Comente.

Depois do bip, sim?

Bip.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Livros de administração - Coleção Você S/A p.1

Aqui mais uma das coleções de livros de administração que podem te ajudar a resolver alguns problemas. Destaque para a coleção Desenvolvimento Profissional, da Você S/A

Apesar de não ser um grande fã desses materiais, publico-os. Não curto porque acho que resumem demais alguns assuntos. Para se ter uma ideia, esses livros tem em média 80 páginas.

Por outro lado, reconheço que são úteis para questões mais urgentes no dia-a-dia. Então, valem a pena ser abordados. Até porque, podem apontar o começo pra muita gente.

Aqui vão os primeiros exemplares dessa coleção.

Networking: Desenvolva sua carreira criando bons relacionamentos.
Diane Darling

"O importante é ter amigos". Não subestime essa frase. Hoje em dia, um bom networking pode fazer a diferença para o profissional ou empresário. Seja na busca por clientes. Investimentos. Parcerias. Entre outras possibilidades. Para isso, é preciso aprender a controlar sua linguagem corporal e falada, além de melhorar sua forma de relacionamento. Esses são alguns dos tópicos abordados aqui.


Como se tornar mais organizado e produtivo.
Ken Zeigler

"Tempo é dinheiro". Outra frase bem conhecida, e que nesse livro é abordada. São apresentadas estratégias e ferramentas que lhe permitem planejar seu cotidiano de maneira inteligente. Como fazer um bom plano diário e semanal, em 24 lições sugeridas, que se propõem a mudar sua forma de gerir sua agenda, seus e-mails e telefonemas.





Como ser um vendedor de sucesso.
Linda Richardson.

Saber como vender um produto em uma economia de mercado como a nossa é atributo fundamental para todos. Inclusive quem não é vendedor de ofício. Ideias também são negociadas o tempo todo. O livro aborda a importância de como ouvir o que seus clientes tem a dizer. O que é mais importante muitas vezes, do que você fala a eles. Sendo inclusive essa a alternativa ideal para maximizar suas vendas.




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E aí, alguém já leu esses livros? Realmente são bons? Servem em que circunstâncias?

Deixe sua crítica, dúvida ou sugestão, depois do bip.

Bip.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Do livro ao link - 8 livros da Exame sobre tecnologia.

O site da revista EXAME trouxe nesse fim de semana 8 livros considerados essenciais para quem quer estudar as principais empresas e seus respectivos criadores, na área de tecnologia.

O link está aqui. Aqui vão os 8 escolhidos por eles.

Nos Bastidores da Apple
Adam Lashinsky.

O autor traz no livro um Steve Jobs controlador no comando da Apple, que decidia desde a publicidade até os participantes de reuniões secretíssimas. A obra questiona também o modelo de gestão centralizador aplicado por Jobs. Que inclusive vai de encontro a muito do que se prega por aí, nos cursos de MBA.




Para ler outros títulos da série "Nos Bastidores", clique nos links abaixo.


64 Things You Need to Know Now for Then: How to Face The Digital Future Without Fear.
Ben Hammersley.

O nome em português desse catatau aí em cima é "64 Coisas que você deve saber: Como enfrentar o futuro digital sem medo". Ainda não tem edição em português. No livro, estão formas de se lidar com o impacto da revolução tecnológica na sociedade, política, negócios e vida pessoal de cada um.




Estou com Sorte. Confissões do funcionário número 59 do Google.
Douglas Edwards.

O autor é ex-diretor de marketing do consumidor e gerenciamento de marca da empresa mais lembrada do planeta. E conta detalhes desde quando o Google era uma startup no Vale do Silício. Edwards viu de perto os hábitos e o ambiente de trabalho. Bem como a solução dos problemas. Fatores que levaram o Google a ser o que é hoje. Muito mais que apenas um buscador.




Steve Jobs.
Walter Isacsson.

Mais um sobre o cofundador da Apple. O livro traz a vida de Jobs ao passar pela empresa da maçã e ao criar a Pixar. E os trabalhos dele - Macintosh, Iphone, Ipod... Isacsson realizou mais de 40 entrevistas com Jobs, e ouviu relatos de 100 familiares, amigos, entre outros, ao longo de dois anos para escrever o livro. Ao final, ele revela que Jobs queria apenas que os filhos soubessem o que, e por que, fez o que fez.




A Física do Futuro.
Michio Kaku.

A ideia do livro é derrubar os mitos e confirmar previsões que realmente podem se tornar reais no futuro. São mais de 300 entrevistas com cientistas que já preparam as novidades para os tempos que virão. Nos mais diversos campos da medicina, computação, nanotecnologia, produção de energia e astronáutica.





One Click: Jeff Bezos and the rise of Amazon.
Richard L. Brandt.

O livro ainda é inédito no Brasil. E conta como Jeff Bezos montou a Amazon, a maior multinacional de comércio eletrônico do mundo. Bezos se negou a dar entrevistas ao autor do livro, que foi atrás de empregados, concorrentes e observadores para poder escrever sobre como foi possível criar um negócio tão impactante na web.




O Efeito Facebook.
David Kirkpatrick.

Kirkpatrick teve mais sorte que Brandt... O autor de O Efeito Facebook teve seis encontros com Mark Zuckerberg, fundador da principal rede social do mundo. Além disso, ele entrevistou diretores da empresa, e funciona como uma defesa de Zuckerberg contra seus ex-companheiros e detratores, como o brasileiro Eduardo Saverin.





Croudsourcing - Como o poder da multidão impulsiona o futuro dos negócios.
Jeff Howe.

Esse nome que parece estranho é um modelo de produção que usa a inteligência coletiva e voluntária para solucionar problemas e gerar conteúdo na internet. Pessoas comuns que usam os momentos livres para cooperar. Um processo, diga-se, cada vez mais visto na internet.

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E você, o que achou? Senti falta de algum título do Gary Vaynerchuk, como Gratidão ou Vai Fundo! Ou ainda algum sobre o Twitter.

Sem contar que o O Fascinante Império de Steve Jobs foi deixado de lado. Mas deixa quieto.

Aproveite e deixe seu comentário depois do bip.

Bip.

domingo, 22 de julho de 2012

Meu diário na Bolsa 1 - Empolgação e Ponderação.


Concluí dois cursos de aprendizado sobre a Bolsa de Valores. E como me surpreendi com o mercado financeiro. O tamanho dele, e as possibilidades que proporciona.

O foco maior dos cursos foi nas negociações em bolsa. Ações. Opções. Mercado a termo. Aluguel de ações. Futuros (boi, milho, etc.). Índices.

Uma imensa gama de possibilidades. Fiquei impressionado. Ao mesmo tempo, mantive os pés no chão.

Porque nem todo investimento está disponível - ou é recomendado - para qualquer tipo de investidor.

Por exemplo, quando se entra com pouco dinheiro no mercado, comprar ações é um risco muito grande, para obter pouco retorno. Isso porque você paga a taxa de corretagem para cada operação - que não fica abaixo dos R$10,00. 

Além de uma taxa de custódia mensal de R$6,90. Assim, sua rentabilidade com ações teria que ser superior a esses valores para valer a pena. O que não é tão simples assim num mercado tão volátil - que tende facilmente para cima ou para baixo.

Por outro lado, você pode começar com fundos ou títulos do tesouro direto. Uma boa opção para você fazer seu "colchão" de dinheiro, e no médio prazo, montar uma carteira de ações.

Os fundos são os mais diversos possíveis. Principalmente de bancos e outras instituições financeiras.

Entre os mais recomendados, estão os do banco BTG Pactual. O problema é o valor inicial de entrada, muito alto - na minha corretora, você entra com no mínimo 25 mil reais.

Há outros com boa rentabilidade também. O segredo é pesquisar, ter um corretor que conheça o mercado e que lhe aconselhe.

Em outro momento, vou dar algumas dicas de como você deve entrar nesse mundo dos investimentos, sem perder de vista seus objetivos. Acompanhem a Biblioteca do Masca e vocês verão.

Já adianto que tem alternativas para todos os gostos. 


1) Se você é muito conservador, há fundos de renda fixa, títulos do tesouro direto, CDBs, LCIs, entre outras.


2) Para o investidor moderado, vale experimentar os fundos multimercado, de ações ou imobiliários. Com a ajuda do corretor, dá até pra começar algumas análises em ações.

3) Os mais arrojados - e que tenham conhecimento e capital para investir - podem apostar em ações, opções, futuros, entre outros.

A grande oferta de produtos faz com que haja uma infinidade de estratégias. Vou falar um pouco sobre isso mais tarde também.

Esse é mais um post de empolgação. Porque eu admito: nenhum livro te dá a mesma experiência que conhecer o negócio na prática.

Então, vamos ao mercado? Pense nisso, e deixe seu comentário depois do bip, ok?

Bip.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Novos livros de negócios - 30 dias para arrasar nas redes sociais.

Já tinha um tempo sem livro sobre marketing digital não? Então, aqui vai um novinho em folha.

30 dias para arrasar nas redes sociais (30 days to social media sucess, Best Business, 2012) é escrito por Gail Z. Martin (Quase "marketing", não?).

Se serve como diminutivo, não sei, apesar do livro que tenho em mãos ter 302 páginas. Em compensação, não tem dimensões tão largas.

Mas vamos ao conteúdo, que é o que interessa.

Martin escreve principalmente para microempresários e profissionais autônomos. E aborda no livro as formas para melhorar a exposição dos produtos com o uso das redes sociais.

Apesar de muitos conhecerem as possibilidades, é comum ver empresas que tem uma página no facebook ou um login no twitter, e não sabem como usá-lo. 

De que forma desenvolver as melhores estratégias de promoção. Bem como se comunicar com seus clientes e críticos. 

O livro traz então 30 capítulos "curtos e objetivos" - na definição do autor. Um para cada dia do mês. Cada qual com sugestões de implementação imediata das estratégias em redes sociais.

Comprei o livro porque achei interessante a ideia do plano de um mês. Já folheei um pouco...


... Mas nesse momento estou abafado com outra obra.

Vai para a prateleira real. E logo estará aqui também no blog - a nossa biblioteca virtual.

Aproveite para deixar o seu comentário depois do bip.

Bip.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Do livro ao link - Seis dicas sobre previdência privada.


Essa foi retirada do site da corretora de valores XP investimentos. Queira ou não, pensar em viver com o que o governo vai nos oferecer pelo INSS quando nos aposentarmos, é lutar para sobreviver.

Para garantir uma certa tranquilidade quando (e se) chegar a sua hora de parar de trabalhar, é preciso atenção na hora de escolher seu plano de previdência.

E nesse link aqui, você pode conferir algumas dessas dicas. Eu cito de lá os tópicos principais, e dou também uns pitacos sobre o assunto. 

Veja.

1. Evite começar muito tarde. O ideal de um investimento é dar a ele tempo para maturar, com depósitos constantes. Se você puder iniciar quinze anos antes, parece bom. 

Mas vinte ou trinta anos de acúmulos podem te garantir mais verba para o seu futuro. E não deixe de depositar tofo mês.

2. Não tenha medo do risco. Ainda que o mercado de ações esteja em baixa, ter rentabilidade pensando apenas na renda fixa para o seu plano pode fazer você perder excelentes oportunidades. 

Coloque uma parcela também em renda variável. Outra coisa: Quanto mais cedo começar, mais risco de perda você pode tolerar. Pense nisso.

3. Evite colocar tudo numa cesta só. Ao começar mais cedo, você pode também alocar seu dinheiro em outras formas de investimento. 

Fundos multimercado, títulos do tesouro, e até ações podem melhorar sua performance, e garantir um amanhã mais saudável pra você e sua família.

4. Prefere imóveis? Certo, mas estude e diversifique. É preciso ter conhecimento do mercado e de tudo que o cerca para investir em imóveis. Apesar dos riscos de inadimplência, eu considero uma boa forma de investimento, desde que você estude muito antes de começar. 

E pra que pensar somente nisso? Hoje até fundos imobiliários podem ser opções interessantes para alocar seu dinheiro.

Eu acrescento ainda dois tópico extra aqui.

5. Cuidado com taxas e impostos. Escolha certo a sua forma de tributação. Tanto o VGBL como o PGBL - os dois modelos de previdência privada - possuem modalidades de taxas que, ou caem com o passar dos anos, ou oferecem um porcentual fixo durante toda a aplicação. Escolha o que se adapta melhor a você, para não perder dinheiro.

Além disso, os bancos sempre cobram taxas de carregamento - um valor só pra manter seu dinheiro lá. Cheque as menores. E também nas seguradoras. Em corretoras especializadas, é possível se obter até mesmo taxa que chegue ao zero.

6. Saiba qual modalidade se adequa melhor às suas necessidades. O VGBL é mais voltado para quem faz a declaração simplificada do imposto de renda. Enquanto que o PGBL é para aqueles que já realizam a declaração completa, e pretendem deduzir uma parte do IR. 

Peça ajuda do seu corretor ou do gerente, e pesquise antes de começar seu plano.

Fundamental é ter um plano desses. Ou você vai confiar na previdência pública e esperar um salário mínimo - ou até menos - por mês pra viver depois dos 60 anos?

Quer mais informações sobre previdência privada? Acesse www.xpi.com.br

Aproveite e deixe seu comentário depois do bip.

Bip.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Livros dos amigos - O Sabor da Qualidade.

O post abaixo é do amigo de Linkedin e profissional Roberto Palermo. Ele escreveu o artigo sobre o livro O Sabor da Qualidade. 


Se você quiser também deixar seu texto sobre seu livro de administração, negócios, marketing e áreas relacionadas, deixe seu contato em um comentário. Eu entro em contato contigo.

Agora, o texto dele.


Fonte: sinopsedolivro.net
Quando eu estava no 8º período da faculdade de administração, um dos professores, até então desconhecido da turma, iniciou um debate sobre a importância da leitura. Ao perguntar para os aproximadamente 25 alunos presentes na sala a quantidade de livros que cada um tinha lido no ano (estávamos no mês de agosto), para a sua surpresa grande parte da turma não havia lido um livro sequer.

Surpresa ou não, pois com o dinamismo dos tempos atuais a leitura acaba ficando em segundo plano, mas ainda é um magnífico instrumento de transformação e aprendizado.

Intrigado com a situação informou que para realizarmos a 1ª avaliação seria necessária à leitura do livro O Sabor da Qualidade.

A partir dessa leitura mudei meu modo de pensar, e enxerguei o quanto de ensinamentos a leitura pode trazer.

O livro O Sabor da Qualidade, de Subir Chowdhury, é uma história sobre como criar uma cultura de excelência nas empresas. Com uma abordagem simples e em gênero de romance de suspense, o livro trata da gestão da qualidade, voltada tanto para o produto como para o serviço. E liderança, esta cujo papel nos novos modelos de organização é primordial, possibilitando atingir as metas através do envolvimento das pessoas.

O personagem principal da história é Pete, o administrador de uma fábrica de sorvete, a Dairy Cream. Um dia Pete recebe o ultimato do dono da fábrica, ou alcança vendas significativas ou a fábrica será fechada em poucos meses.

Mas ainda não era o fim para Pete, “...minha decepção logo se transformou em determinação...” (pg. 13).

Pete vai procurar Mike, um velho conhecido da família, alto executivo da Natural Foods, uma rede varejista inovadora. Inicialmente Pete quer entender porque a Natural Foods não aceita vender os sorvetes da Dairy Cream, o que seria a salvação da fábrica.

A partir daí acontece, como num passe de mágica, a transformação na vida de Pete e de todos os empregados da Dairy Cream.

Os ensinamentos sobre gestão da qualidade e liderança são aplicados no dia a dia da Dairy Cream e podem ser aplicados no dia a dia de qualquer leitor desse livro.

Sempre que tenho a oportunidade recomendo este livro. Para as pessoas que gostam da presença constante da qualidade no seu trabalho, essa leitura é transformadora.

Abraços.

Roberto Palermo, bacharel em administração pela Escola Superior Nacional de Seguros – Rio de Janeiro - RJ. Com extensão em Logística (UERJ) e Gerência de projetos (FGV). Também é analista na área de relações institucionais.

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Aproveite e deixe sua crítica, dúvida ou sugestão logo abaixo, depois do bip.

Bip.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Lições dos livros - 7 motivos para repensar seu negócio.

O livro de Scott Gerber, Nunca Procure Emprego, deve ser lido por qualquer empreendedor iniciante.

Claro que alguns conceitos dele são questionáveis, como a história de realizar um plano de negócios com apenas um parágrafo.

Mas sem nenhuma dúvida, o livro precisa ser visto e revisto várias vezes. Aproveito para extrair dele mais algumas lições. 

Aqui, sete motivos para repensar seu negócio, antes mesmo de colocar o bloco na rua. Baseado no principal conceito de uma startup para Gerber: 

"(...) Criar uma empresa que consiga arrecadação imediata, para suportar o seu 'índice de queima de dinheiro'(...)". O que lhe permitiria deixar seu emprego das "9 Às 18 horas", objetivo do livro.

Vamos a eles.

1. Estratégia de saída hipotética. Gerber diz "Entre em um negócio que possa dar dinheiro, e não porque uma empresa semelhante da qual você ouviu falar foi adquirida por uma cifra de centenas de milhões de dólares.Para se chegar ao ponto de criar um negócio capaz de ser vendido, ele primeiro precisa render para você. 

Não vale a pena pensar e desenvolver o negócio apenas de olho em compradores. E sim, nos clientes que possam gerar receita para seu negócio.

2. Exigência de alta visitação. Sites que dependem de visitação demoram muito tempo para se estabelecer, e muita energia para gerar resultados financeiros. Gerber acredita que o mais importante é vender algo o quanto antes e gerar receita imediata pra sustentar sua empresa.

3. Margens pequenas. Pense em uma margem de lucro de 30% a 80% das receitas brutas. Pelo menos no começo. Abaixo disso, e você terá problemas para gerir seu fluxo de caixa. Portanto, deverá repensar se vale mesmo a pena iniciar algo assim.

4. Licenciamento de propriedade intelectual ainda não comprovada. "Não atrele seu fluxo de receita primária a um tiro no escuro, que tem só uma chance em um milhão de acertar o alvo"

É o que diz Gerber sobre o licenciamento de um produto. Para ele, é mais importante "construir uma marca com modelo de negócio bem sucedido e replicável". Depois é que virá o licenciamento ou a franquia.

5. Mercado alvo limitado demais. Cuidado com a "cauda longa" que você vai arranjar. Não adianta muito vender um produto se existem menos de dez clientes potenciais no mundo, e que não vão pagar fortunas pelo seu produto ou serviço. Não pense também que você vai sempre acertar os peixes grandes do mar. Esteja pronto para os clientes maiores, e os menores também.

6. Custo inicial proibitivo. É melhor começar com um pouco menos e simplificar o conceito do que precisar de uma grande soma de dinheiro pra abrir o negócio, e depois falir em dividas. Vá até onde puder dentro do que você planeja. E evite custos exorbitantes no início.

7. Um negócio sobre o qual você não entenda nada. A não ser que você seja um investidor, com excelentes dados sobre um determinado negócio. Se não faz ideia do produto ou serviço, estude muito primeiro. E só depois saiba se realmente é o que você quer.

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Espero que esses conselhos do Scott Gerber possam te ajudar no seu futuro - e presente - negócio. 

Aproveite e deixe sua opinião depois do bip.

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domingo, 15 de julho de 2012

Novos livros de negócios - Quem pensa enriquece

Desculpem a falta de postagens. A semana foi cheia. Conclui um curso inicial sobre bolsa de valores. Falo dele depois. Além disso, foi meu aniversário. O que complicou um pouco as coisas.

Retomo agora a rotina, com novos livros adquiridos. Pelo menos um deles é um best-seller bastante conhecido (Veja abaixo).



Ainda não tinha lido nenhum dos livros do Napoleon Hill. Ouvir falar, claro. Aí, decidi pegar dois. Estavam com o preço em conta.

Vamos a eles então.

O mais conhecido é Quem Pensa Enriquece (Think and Grow Rich, Ed. Fundamento, 2011). O livro traz um estudo de Hill acerca das quinhentas maiores fortunas do mundo. 

Ele então elenca 15 características comuns a todos os grandes vencedores no mundo dos negócios.

Ter convivido com pessoas como Henry Ford, Theodore Roosevelt, King Gillette e John Rockefeller ajudou bastante no livro. A obra, de acordo com a editora, já tem mais de 30 milhões de exemplares vendidos.



O outro livro é Quem Vende Enriquece (How to Sell Your Way Through Life, Ed. Fundamento, 2011). Que analisa o papel e a força necessários a um vendedor de sucesso.

Com dicas práticas, Hill se baseia na experiência de vida dele. E na carreira de centenas de grandes vendedores. 

Tudo para ensinar técnicas de planejamento e uso do tempo. Além de habilidades para concretizar até as negociações mais difíceis.

Ambos devem ter as resenhas disponíveis aqui, na Biblioteca do Masca, logo. Fiquem atentos.

Se você já leu, ou se interessou pelos livros, por favor, deixe seu comentário depois do bip.

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terça-feira, 10 de julho de 2012

#Marketing - Doe sangue e devolva o vermelho ao Vitória.

Uma campanha genial, que pouco se vê aqui na Bahia. E que alia futebol - paixão nacional - e doações de sangue.

O Esporte Clube Vitória, atualmente na segunda divisão do futebol nacional, lançou há duas semanas a campanha "Meu sangue é rubro-negro". A ideia é estimular as doações de sangue.

Como? Bem, primeiro o clube tirou da camisa as listras vermelhas, e deixou-as brancas, como você pode ver abaixo.


A primeira vista, os torcedores acostumados com o vermelho e preto do time podem ter se assutado. Mas é tudo por uma boa causa.

O mote da campanha foi "trazer de volta o vermelho" para a camisa. E aí é que entra o torcedor.

A cada doação de sangue feita na fundação de hematologia e hemoterapia da Bahia - Hemoba - as listras vermelhas serão pintadas novamente na camisa da equipe.


Depois de uma semana e meia de campanha, as doações chegaram a aumentar 30% na Fundação Hemoba. Assim, hoje, contra o Paraná Clube, o time terá pintada na camisa a primeira listra vermelha.

E se o ritmo continuar, além do Hemoba aumentar o estoque de bolsas, o clube terá conseguido uma bela campanha de marketing junto aos torcedores - e mídia espontânea em vários veículos de comunicação.

Só vai faltar vender as camisas nas outras cores. Que, com certeza, vão se tornar artigo de colecionador.

Um parêntesis: O principal rival do Vitória, o Bahia, joga de azul, vermelho e branco. Será que não poderia ter entrado em uma campanha semelhante?

Em tempo: os torcedores do Bahia estão realizando pela internet uma campanha de doação. Como sempre, os tricolores estão à frente do clube do coração. O que é bom. Mas é lamentável para a direção.

E você, o que achou da campanha? Mais informações em www.ecvitoria.com.br. Ou em fundacaohemoba.blogspot.com.br Aproveite e deixe um comentário depois do bip.

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Seu plano de negócios: 5 - Mix de Marketing.

Pra que você não perca a ordem dos nossos tópicos, sempre coloco esse índice. Em cor diferente, as sessões que já temos no blog.


Post índice detalhado.


1. Sumário executivo.
4. Missão, visão, valores.
5. Mix de marketing.
6. Organograma /RH
7. Estratégia de crescimento.
8. Gestão de processos.
9. Plano de ação.
10. Viabilidade financeira.
11. Gestão de riscos.



Chegou a hora de falarmos do mix de marketing. Ferramenta importante para compreender melhor o mercado e o setor no qual você pretende iniciar seu projeto.

Qualquer mercadólogo (e não marketeiro) formado estudou na faculdade os "P's" do setor. São pelo menos 4 - embora haja quem diga que são 5 ou até mais... Conheço esses cinco abaixo.

Produto. Preço. Ponto. Promoção. Pessoas*.


(*OBS 1: Embora alguns também coloquem a parte de "pessoas" aqui, prefiro tratá-las no momento seguinte. Ao falarmos do RH.)

(OBS 2: As definições abaixo se baseiam no livro Plano de Marketing, de Eder Polizei.)

Produto - Basicamente, o que você oferta ao consumidor. Você deve destacar as características do produto. O nome. A embalagem. O tamanho. Garantias. Formas de devolução, se preciso. A variedade - caso haja mais de uma oferta ligada ao mesmo conceito. A qualidade. O design (aspectos funcionais do produtio). O estilo (aspectos visuais, estéticos). E também o diferencial que o seu produto oferece.

Preço - Definir quanto custará seu produto nem sempre é tarefa fácil. Existem formas de fazê-lo.

Com base no custo (a partir do valor gasto na fabricação, somado à sua margem de lucro prevista). Na concorrência (a partir do quanto é cobrado no mercado). E no consumidor (a partir do quanto vale para o consumidor obter seu produto).

Ponto - Além de destacar o local onde as pessoas podem adquirir seu produto, é fundamental ressaltar o quanto isso será conveniente ao seu público. Uma lanchonete de produtos naturais pode faturar bastante, se ao lado dela ficar uma academia. Tudo isso deve ser levado em consideração, e explicitado no seu plano.

Promoção - E muita gente pensa que o pessoal de marketing só faz propaganda e promoção... Aqui você vai destacar as ferramentas que pretende empregar para tornar seu produto conhecido ao seu público-alvo.

As seis formas mais comuns de promoção são:

A propaganda, que é voltada para um público mais amplo, ou criar uma imagem a longo prazo. Não esqueça que ela também é mais cara;


Promoção de vendas, onde é feito um incentivo, um convite para que o consumidor faça a compra;

Relações públicas, para elevar sua credibilidade junto ao consumidor;

Venda pessoal, que lhe dá uma noção dos mercados a partir de uma prospecção. Além de estreitar seu relacionamento com o cliente.

O marketing direto - a famosa mala direta, por exemplo, ou compras eletrônicas, telemarketing;

E os eventos, que colocam o consumidor como um agente no processo, participação efetiva.

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Para mais sobre planos de negócios, veja os links abaixo.

Confira o post inicial do Plano de negócios aqui.
A parte 2 está aqui.
A parte 3 está aqui.
A parte 4 está aqui.

Que as dicas sirvam para ajudar no seu plano de negócios. Agora é você. Deixe seu comentário depois do bip.

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